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Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

08
Dez15

The True Cost

Goulart Pinheiro

O meu post de hoje não era suposto ser este, mas depois de ter visto este documentário ontem à noite, não pude deixar de fazer um post sobre ele enquanto a memória ainda está fresca.

 

 

Este documentário, mais do que qualquer coisa, é um verdadeiro espelho daquilo que a sociedade capitalista e de consumo é, e a forma como explora todo e qualquer ser humano pelo preço mais competitivo.

Embora já conhecesse toda esta realidade, em especial em termos sociais e ambientais, a verdade é que o filme retrata as questões de uma forma tão realista e humana que se torna impossível não ficar comovido.

 

O filme em mim provocou uma enorme vontade de deitar fora todos os meus bens materiais. Mas a verdade é que depois estaria a contribuir ainda mais para o amontoado de resíduos já existentes neste planeta.

 

Assim sendo, decidi continuar o meu caminho minimalista e de pouco consumo. Não irei deitar nada fora, nem devolver prendas de Natal. No entanto, daqui para a frente apenas irei consumir produtos que sejam feitos em países onde existam leis laborais, respeito pelos direitos humanos, pela segurança dos trabalhadores, países que ofereçam condições na maternidade, paternidade e salários mínimos dignos.

 

Aconselho a todos que vejam este filme e façam uma séria reflexão sobre a sociedade de cosumo em que vivemos e não se coloquem à margem na questão. Todos temos algo a dizer, e tal como aparece no filme: nós não somos obrigados a consumir; apenas o fazemos se quisermos.

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Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

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