Planear é para mim bastante importante, porque me permite manter a par das coisas que tenho para fazer e de como organizar o meu dia-a-dia.
Mas tenho tido alguns problemas em encontrar o sistema ideal para o fazer.
A minha dúvida maior fica sempre entre se utilizo papel ou se utilizo tecnologia.
Prós do Papel:
Gosto de escrever;
Gosto de ter a base física e folhear as coisas;
Contras do Papel:
Gasto papel e água;
Ando mais carregada;
Gastar dinheiro a adquirir cadernos e agendas;
Gasto tinta.
Prós da Tecnologia:
Posso adicionar coisas em qualquer lugar mais facilmente;
Tenho tudo no mesmo sítio.
Contras da Tecnologia:
Não me dá tanto gozo escrever no telemóvel/computador;
Gasto eletricidade;
Exploração de metais pesados para a construção dos telemóveis, computadores, tablets e afins.
Talvez com esta explicação consigam entender o meu dilema.
Já experimentei vários formatos e contínuo sem saber qual deles considero mais adequado para mim e para o meu estilo de vida.
Por isso, gostava que partilhassem comigo as vossas formas de organização para que eu talvez consiga ter alguma inspiração e me consiga organizar melhor.
Ontem não tive oportunidade de vir ao blog escrever porque foi dia de eleições, e tendo em conta que estava numa mesa de voto, tive que me levantar cedo e deitar tarde.
No entanto, o desafio de ontem consistia em praticar a gratidão. Confesso que depois de ter ganho quem ganhou nas eleições, não me sinto muito grata. Ainda assim, agradeço a todos os que sairam dos seus locais de conforto para se dirigir às urnas e exercer o seu direito e dever cívico que é participar na vida democrática que a todos diz respeito.
Não irei desenvolver muito este desafio, uma vez que a Courtney Carver, autora do blog be more with less, tem um desafio semelhante, que me parece melhor do que este, e que eu irei fazer mais à frente.
O desafio do dia de hoje consiste em deixar o dia todo sem planos. É um desafio engraçado, confesso, porque eu tenho sempre que ter algo planeado. Na maioria das vezes em que não tenho, acabo a não fazer nada. Para além disso, tenho uma consulta médica e não posso faltar a certos compromissos. No entanto e fora isto, não tenho quaisquer planos traçados para o dia. Assim sendo, irei fazendo os planos à medida que o dia for andando.
O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora.
Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.