Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

07
Jan16

Dia 7 #30diasdesafiominimalismo

Goulart Pinheiro

O desafio de hoje consistia em "agilizar a minha lista de leituras" (tradução do Google). Uma vez que após a tradução continuei sem perceber em que consistia o desafio, decidi fazer alguma pesquisa.

 

Encontrei alguns bloggers que já fizeram o desafio e o que eles fizeram neste dia foi basicamente "dessubscrever" leituras, apagar marcadores da Internet, etc.

 

Bem, eu não tenho nada disso, apenas tenho alguns blogs marcados ou canais de youtube, mas apenas aqueles que realmente leio e não coisas sobre tricot ou televendas.

 

Assim sendo, decidi alterar um pouco este desafio e escrever uma lista de livros que quero ler este ano, aqui fica:

  1. O Jardim sem Limites - Lídia Jorge
  2. Gente Feliz com Lágrimas - João de Melo
  3. O Nome da Rosa - Umberto Eco
  4. Fábulas - La Fontaine

Embora existam mais livros que eu queira ler, estes são os principais que quero ler em primeiro lugar.

10
Dez15

Recomendações #Livros

Goulart Pinheiro

Hoje decidi trazer um post um pouco mais pessoal e deixar algumas sugestões de livros para ler ou oferecer no Natal. Eu adoro ler e sempre li bastante. O verdadeiro contraste entre ler e ver filmes (porque há muitas pessoas que peguntam porquê ler se podemos saber a história através de um filme?) está no facto de quando lemos, podemos imaginar as personagens, os espaços, os cheiros. E tudo isto dependerá do nosso humor, das nossas experiências, e de uma série de outros factores. Num filme isto não acontece. Alguém projectou e pensou nos cenários, nas roupas, nos movimentos, nos toques, nas personagens, e pouco fica ao alcance da nossa imaginação.

 

Há alguns livros que foram mais marcantes para mim, e, por isso, aqui deixo uma sugestão de 5 livros:

 

  1. Diário de Anne Frank: sem dúvida um dos livros que mais marcou e me despertou para as questões sociais da Humanidade. Sou extremamente interessada na 2ª Guerra Mundial, mais na vertente social do que na vertente militar e este diário tem a capacidade de retratar aquilo que eram as reflexões de uma rapariga de 13 anos em relação ao que estava a viver. Sem dúvida um testemunho como não há outro.
  2. O Império de Gore Vidal: um livro socialmente característico da sociedade política dos EUA no início do século XX e que até hoje ainda se mantém. Sem dúvida um retrato absolutamente fantástico da necessidade dos EUA de "mandarem" no mundo inteiro.
  3. O mundo de Sofia de Jostein Gaarder: um livro filosófico com uma história bastante interessante e que permite diversas abordagens dependendo da altura em que se lê, sem dúvida que um livro que vale a pena.
  4. As Pupilas do Senhor Reitor de Julio Dinis: um romance do mais engraçado que existe, passado numa aldeia em Portugal que retrata o romance de duas jovens com dois irmãos.
  5. O Livro dos Homens sem Luz de João Tordo: um livro que tem que ser lido de uma só vez, não há como resistir ao desenlace da história. Muito bem escrito, com traços filosóficos que nos fazem repensar na forma casual como a vida acontece.

E estas são algumas das minhas sugestões. Continuarei a ler livros (claro) e poderei fazer posts semelhantes a este no futuro.

18
Nov15

Livros, livros e mais livros...

Goulart Pinheiro

Eu adoro livros, adoro ler. Cada livro traz uma nova história, uma nova aventura, um novo ensinamento, uma nova experiência e uma nova vida.

 

Ler permite-nos descobrir coisas novas e aprender sobre novas realidade. É como um filme, mas com muito mais liberdade: podemos ser nós a imaginar as personagens, os cenários, etc.

 

Eu tenho alguns livros, verdade que gostava de ter muitos mais, mas tento sempre não comprar livros, herdo-os ou peço emprestado, ou alugo-os na biblioteca. No entanto, é uma coisa que gosto muito de oferecer!

 

Mas aquilo que me traz aqui hoje é: o que fazer quando já não queremos um livro. Bem, no meu caso, seria guardar na mesma e passar de geração em geração. No entanto, como não somos todos iguais, a minha sugestão é que os doem. À biblioteca da vossa cidade, ou a uma associação, a uma escola, etc.

 

No entanto, são cada vez mais comuns as bibliotecas ao ar livre (até a minha cidade tem uma dessas) embora, verdade seja dita nunca lá fui buscar nenhum livro, ainda que já lá tenha deixado alguns. Em Portugal esta prática costumava ser comum, deixando-se o blog em seguida com algumas fotografias de bibliotecas ao ar livre em Lisboa durante o regime fascista em Portugal (http://restosdecoleccao.blogspot.pt/2014/08/bibliotecas-ao-ar-livre.html). E o que é uma biblioteca ao ar livre?

 

Esta é um exemplo. É numa pequena cidade na Alemanha e é um dos projectos modernos pioneiros. É constituída por livros que as pessoas vão deixando nas prateleiras e tem, inclusive, um espaço protegido da chuva onde se pode ler. Está colocada no centro do bairro e tem um desenho arquitectónico apelativo de modo a chamar à atenção para a sua existência.

 

Este Natal sugiro que ofereçam livros, e que passem lá por casa uma olhadela aos que não querem. Segue-se uma lista de locais onde os podem oferecer:

  • Biblioteca de Belém
    Rua da Junqueira, 295 / 7
    1300-338 Lisboa
  • Biblioteca Camões
    Largo do Calhariz, 17 - 2º Esq.
    1200-086 Lisboa
  • Biblioteca David Mourão-Ferreira
    Rua Padre Abel Varzim, 7 D
    Bairro Casal dos Machados
  • Biblioteca da Penha de França
    R. Francisco Pedro Curado, 6-A
    1170 - 139 Lisboa
  • Biblioteca José Saramago - Rua 4 de Outubro, n.º 19
    2670-466 Loures
  • Biblioteca Pública Municipal do Porto - Rua D. João IV 4049-017 Porto
  • Biblioteca Municipal Almeida Garret - Rua Entrequintas, 328 (nos jardins do Palácio de Cristal) 4050-239 Porto

 

Fora estas, há muitas outras bibliotecas, associações e colectividades que irão com agrado receber os livros.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D