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Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

13
Jul18

Dinheiro Minimalista

Goulart Pinheiro

Na verdade este post não é apenas para quem seja minimalista, mas sim para todos aqueles que queiram organizar as suas finanças.

Quando nos tornamos "adultos" e temos responsabilidades financeiras, precisamos de controlar o dinheiro que gastamos. Excepto se tivermos muito e, nesse caso, não temos que nos preocupar com isso, ou podemos pagar alguém para se preocupar por nós.

 

No entanto, a maioria dos comuns mortais não tem essa possibilidade e cai nas suas mãos a responsabilidade sobre o seu próprio dinheiro. Depois de sair de casa e começar a viver com o meu namorado foi necessário criar uma conta conjunta para despesas conjuntas. Fora isso, ainda tenho a minha conta "normal" para as minhas despesas pessoais. Quando ficámos noivos decidimos igualmente abrir uma conta poupança para juntar dinheiro para o casamento.

 

Sim, há pessoas que têm milhentas contas, mas se quiserem saber, eu já acho três um exagero e uma dor de cabeça. E para tal, é preciso saber gerir tudo muito bem, até porque o dinheiro é apertado. 

 

Procurei muitas aplicações que pudessem ajudar a gerir as contas de forma eficiente, mas a verdade é que a maioria é pouco prática, envolve muitos passos ou demasiadas questões para justificar ter gasto 0,6€ num café, o que acaba por se tornar desmotivador ao longo do tempo.

 

Assim, venho mostrar quais as melhores opções que encontrei e que se aplicam a mim em particular. Poderão experimentar estas opções, mas a verdade é que todas as pessoas são diferentes e, por isso, lá porque se aplica a mim, não quer dizer que se aplique a vós, mas aqui vamos nós.

 

No que toca à conta poupança, não há muito para gerir, na verdade, cada um de nós retira 35€ do seu salário todos os meses e coloca na conta poupança. Tem um juro muito baixo (como quase todas neste momento) e vinga ao fim de 181 dias.

 

No que toca às despesas da casa, fizemos uma página de excel e dividimos por categorias (compras para a casa, contas - eletricidade, gás, etc. - compras de supermercado e afins), sempre que gastamos dinheiro, guardamos os recibos e depois adicionamos ao excel e desta maneira sabemos onde gastámos o nosso dinheiro, quando e quanto.

 

No que toca a contas pessoais, eu utilizo a aplicação Monefy:

 

 

A aplicação é muito rápida de utilizar e com isso, muito prática. Permite colocar as categorias e existe tanto para recebimentos como para pagamentos. À medida que se vão fazendo gastos, estes vão sendo adicionados no painel da direita que se vê e aparece o balanço no painel da esquerda para que saíbamos qual a percentagem do nosso dinheiro que está a ser gasta e em quê. No centro da roda aparece o dinheiro recebido e o dinheiro gasto e no quadrado a verde o dinheiro que temos.

 

Carregado em cada uma das categorias aparece especificamente em que é que foi gasto se quando adicionamos a despesa colocarmos na nota essa espicificidade.

 

A aplicação não permite criar orçamentos, mas permite ver o gastos por dia, por semana, por mês, por ano e todos desde que temos a aplicação. 

 

Embora algumas vezes me esqueça de introduzir dados, a verdade é que me permite ver onde mais gasto o meu dinheiro para que possa controlar esses gastos e reduzi-los, poupando mais dinheiro.

22
Mar16

Como Poupar Dinheiro #2

Goulart Pinheiro

Bem malta, graças a um novo desafio (sim, eu sei que estou sempre a meter-me em coisas), decidi escrever este post com algumas dicas de como poupar dinheiro no que se pode, para se gastar no que se quer.

 

Já há uns tempos fiz um post semelhante aqui. No entanto, acho que poderia não estar muito directo, ou não ter dicas concretas e normalmente, quando ando à procura deste género de coisas, gosto de encontrar listas de coisas mais directas.

 

 

Assim sendo, aqui está:

 

  1. Tentar viver com 20€ por semana: Claro que este valor pode variar consoante as receitas de cada pessoa, e os gastos que têm. No meu caso, tendo em conta que eu não tenho praticamente contas para pagar, tendo em conta que não tenho grandes encargos, decidi que (e este é o desafio) vou tentar viver com 20€ por semana. Ainda assim, vou fazer um esforço por poupar dinheiro e no final de cada semana, se sobrar dinheiro, guardo-o bem guardadinho no meu mealheiro das férias.
  2. Fazer todas as refeições em casa. Isto é completamente impossível, por isso mesmo é que, normalmente, eu cozinho todas as refeições em casa e levo-as comigo. O mesmo com os snacks que vou comendo ao longo do dia, o chá ou o café, que também levo sempre comigo.
  3. Não comprar por impulso. Embora esta possa ser um pouco mais complicado, o truque aqui é organizar, organizar, organizar. E ser consciente quando fazemos compras. No que toca ao supermercado, a ideia é planear todas as refeições, incluíndo os snacks e os "apetece-me qualquer coisa doce". No que toca a tudo o resto, a ideia é perguntar se precisam mesmo, se querem mesmo, ou se gostam mesmo. Já falámos sobre isto inúmeras vezes.
  4. Ter uma Wish List com limites. No meu caso, o meu limite é: no máximo 2 coisas por mês ou 100€. Ou seja, não gasto mais do que 100€ por mês a comprar coisas que tenha na wish list. Se o artigo que quero custar mais do que este valor, então são 2 meses sem gastar dinheiro em mais nada, apenas nessse artigo. Ou 2 coisas. Se tiver na minha lista vários artigos que todos juntos custam menos de 100€ a ideia é seleccionar apenas 2. Isto faz com que eu limite a vontade de gastar dinheiro e possa acumular para outras coisas como: VIAGENS!
  5. Manter uma lista de gastos e receitas. Isto permite que consigamos saber exactamente quanto dinheiro temos, quanto gastamos e onde, e ter uma maior consciência dos nossos gastos. Dá trabalho, mas compensa.
  6. Esquecer a moda. A moda é cíclica? Talvez, mas está sempre a mudar. Por isso, o truque é: esqueçam o que está na moda. Vistam o que vos fica bem e vos deixa confortável. Assim, não estão constantemente a comprar roupa ou acessórios apenas porque estão na moda.
  7. Façam investimentos. Não me refiro a investimentos comerciais ou financeiros, mas talvez contem como tal. Vou dar o exemplo mais prático que tenho. Eu costumava comprar malas a cada 2/3 meses. Isto porque as malas eram de má qualidade e a cada 2/3 meses as alças desfaziam-se, ficavam feias e com aspecto muito usado. Gastava por cada mala, uma média de 30€. Decidi investir numa mala melhor, a Lacoste L1212 Concept. Por 90€. A mala existe há 8 meses e está em perfeitas condições. E o investimento, já o recuperei. Comprar coisas de qualidade é importante. Porque duram muito mais e produzem muito menos desperdício, incluíndo financeiro!
  8. Façam desporto, na rua. Os ginásios low cost, são um must nos dias que correm, mas estão sempre cheios de pessoas, em salas fechadas, a suar e com o ar condicionado ligado. Parece a cultura perfeita para a proliferação de germes. E quem é que quer fazer desporto fechado dentro de uma sala? Existem imensos grupos de pessoas que correm diariamente, ou regularmente. Basta procurar na Internet ou arranjar um grupo de amigos. O mesmo para outras actividades desportivas. Façam-nas ao ar livre. A vossa saúde e a vossa carteira agradecem.

Por fim, este é o ponto essencial: perguntar o porquê de estar a guardar dinheiro. No meu caso, porque quero poder fazer viagens, muitas. Por isso, poupo onde posso para poder gastar no que quero!

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Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

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