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Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

04
Mar19

O que comprei em Janeiro e Porquê!

Goulart Pinheiro

Como sabem através de um post mais antigo, uma das formas que tenho para me organizar é manter uma lista de coisas a comprar. Normalmente, sempre que acho que preciso de comprar algo, escrevo na lista e depois vou analisando a lista e vendo se preciso mesmo, se não preciso, se aquilo que preciso pode ser substituído por algo que tenha a mesma função, mas ou que seja mais eficiente ou que inclua mais funções, ou que eu já tenha; ou se aquilo que escrevi é para ser sempre utilizado ou se pode pedir emprestado e etc.

A primeira coisa que decidi fazer este ano (género resolução de ano novo) foi que no máximo compraria uma dessas coisas por semana de modo a restringir o consumo e a minha veia consumista e de modo a poupar dinheiro.

 

Antes de fazer cada compra analiso as várias opções, preços, qualidade, eficiência e necessidade (se é uma prioridade ou não).

 

Assim, em Janeiro aquilo que comprei foi:

 

Óculos de Natação

Uma vez que decidi voltar a nadar, e que os óculos que tinha se começaram a partir e já entrava água, tive que comprar uns novos.

 

Fato de Banho

 

Porque a licra do meu fato-de-banho anterior se estava a desfazer, tive que investir num novo para a prática da natação.

 

 

Mochila

Finalmente, e como tinha mencionado num post que fiz no final do ano passado, investi numa mochila mais pequena, que acumula menos tralha e que funciona tanto como mochila como mala, o que é bastante útil, considerando o meu estilo de vida.

Depois de muitas dúvidas, acabei a comprar a Re-Kanken da Fjallraven Kanken através da Pegada Verde por ser uma mochila feita com garrafas de plástico e assim tentando contribuir para uma pegada ecológica menor.

 

Isto foi aquilo em que investi/gastei dinheiro em Janeiro. Fora claro, o óbvio com comida e contas para pagar. Irei fazer posts deste género ao longo do ano sobre aquilo que compro em cada mês.

 

Partilhem também!

 

 

16
Jan16

Dia 16 #30diasdesafiominimalismo

Goulart Pinheiro

O desafio do dia de hoje consiste em não comprar absolutamente nada durante 24h. Não me parece algo muito complicado, tendo em conta que não tenho nada para comprar.

 

Uma vez que é fim-de-semana, e que não tenho outros planos sem ser arrumar a cave, não terei que gastar dinheiro. Por isso, este desafio parece simples para o dia de hoje.

 

Pior seria num dia que eu passasse todo fora de casa, sem comida suficiente!

13
Dez15

A minha primeira vez #ComércioJusto

Goulart Pinheiro

Embora o Comércio Justo não me fosse desconhecido, nunca até agora tinha entrado numa loja de comércio justo (pelo menos que me lembre). Embora consuma na The Body Shop em que segundo os próprios, todos os seus produtos são de "Fair Trade" (Comércio Justo) - no entanto, não a vamos considerar uma loja tradicional.

Sabia que existiam porque o meu avô costumava comprar coisas como chocolate, café, etc. no Comércio Justo, mas eu nunca me tinha aventurado.

 

Ontem, pela primeira vez, dicidi ir até lá. A loja chama-se CIDAC e situa-se na Rua Tomás Ribeiro perto do gigante da PT em Picoas. Cheguei lá um pouco cedo de mais, e já estava atrasada para uma reunião. O senhor foi 5 estrelas, muito simpático, bom humor e deixou-me entrar mais cedo e comprar o que queria. Não tive muito tempo para explorar, é um facto, mas ficou prometido que lá voltaria para o fazer.

 

 

 

Comprei cacau para misturar com leite e um chocolate de leite (que por acaso, é óptimo). Embora as coisas sejam um pouco mais caras do que no supermercado (e um pouco quer mesmo dizer um pouco), a verdade é que estamos a pagar o preço justo por elas, e sabemos que os agricultores que produzem o chocolate estão a receber o preço justo por ele.

 

O Comércio Justo data o seu início nos anos 60 na Holanda. Movimento (chamemos-lhe assim) que se espalhou depois pela Europa tendo-se criado a International Fair Trade Association que hoje se encontra em mais de 60 países. Trata-se de um comércio onde o pequeno produtor recebe o montante justo pelo produto que vende. É uma medida de responsabilidade ética e ecológica que permite que os produtos não sejam produzidos em massa, evitando-se desperdícios ao longo da linha (produção - venda) e promovendo a agricultura sustentável.

 

Eu estou convencida e passarei a lá ir mais vezes!

01
Dez15

Natal, Capitalismo, Natal

Goulart Pinheiro

O tema hoje é Natal. Entrados em Dezembro que estamos, tudo à nossa volta se transforma em Natal. Sim, esse feriado religioso num Estado Laico. Mas não se enganem, o Natal, nos dias que correm, é pouco um feriado religioso, e muito mais um feriado capitalista.

Até o pobre Pai Natal virou vermelho graças ao capitalismo: http://onatal1.no.sapo.pt/pdfs/Vermelho_branco.pdf

 

No entanto, não me considerem fundamentalista, eu gosto da oportunidade de outras pessoas gastarem dinheiro em coisas que preciso na altura do Natal. Tal como mencionei anteriormente, normalmente tenho uma lista e quando chega esta altura, digo ao pai e à mãe e aos tios o que preciso e eles compram e eu poupo algum dinheiro. Como minimalista, não sou fã das prendas "surpresa" porque muitas vezes são coisas que não preciso ou que não têm qualquer significado e acabam numa caixa em casa a estragar-se.

 

No entanto, este ano decidi fazer algo diferente e mais criativo com a prendas que vou oferecer. Embora a criatividade não seja exactamente o meu forte, tenho-me esforçado e todos os dias me debruço sobre uma das prendas que vou oferecer. Até agora tenho uma, e vou a caminho de outra... O que já não é mau!

 

Depois do Natal colocarei aqui a lista de prendas que ofereci!

19
Nov15

Localmente

Goulart Pinheiro

Hoje decidi escrever sobre consumo local. Nos dias que correm, e na economia em que vivemos, consumir local pode tornar-se uma realidade distante.

No entanto, são cada vez mais os "empreendedores" que decidem abrir mercearias com um ar moderno, lojas e toda uma oferta de bens essenciais ao nosso dia-a-dia.

 

Consumir local é do ponto de vista ecológico (e claro, minimalista) uma mais valia. Comecemos por dizer que estimula a economia local. Por outro lado, muitas destas "lojas de bairro" são negócios de família, e, por isso, estaremos a contribuir directamente para o rendimento de alguém ao invés de contribuirmos para o gigante lucro de grandes multinacionais que pagam esmolas aos seus trabalhadores. Por fim, emitimos muito menos dióxido de carbono (e outros gases com efeito de estufa) para a atmosfera. Por não precisarmos de utilizar carro para ir às compras, e por não ser preciso transportar as coisas desde uma grande distância até ao local de venda (estamos a falar claro de produção local).

 

 

 

Claro que pode ser colocada na discussão o facto de num supermercado os preços serem mais competitivos. Isso poderá ser verdade para produtos de cosmética, higiene pessoal, oral, comida pré-fabricada e enlatados, bolachas e afins. Mas, pelo menos, na realidade que conheço (a da minha cidade) as frutas e os legumes saiem mais baratos no comércio local, assim como a carne, o peixe e a charcutaria. Obviamente, tem que existir um equiílibro, mas se todos contribuirmos e promovermos a economia local, só há razões para prosperar e promover justiça social.

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Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

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