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Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

18
Dez18

Limpeza da Máquina de Café

Goulart Pinheiro

Lá em casa utilizamos duas máquinas de café.

Uma da Nespresso (passo a publicidade) que nos foi oferecida, mas que, no entanto, não é particularmente ecológica considerando a quantidade de plástico utilizado por cada cápsula de café e a outra é estilo italiana, que faz um excelente café e que é bastante mais ecológica considerando que utiliza café de saco.

Esta última é igualmente bastante mais fácil de limpar, uma vez que é toda desmontável e permite lavar e limpar todos os componentes separadamente utilizando água e detergente ou só água porque a minha mãe sempre me disse que não se deve lavar com detergente porque altera o sabor do café!

Mas no que toca à da Nespresso, é bastante mais difícil, uma vez que ela não é desmontável, ou pelo menos, não de maneira fácil.

Pior que isso, é o facto de que estas máquinas ganham calcário entre outras "porcarias" no seu interior, sobretudo na tubagem, o que faz com que uma máquina que tinha um considerável jacto, passa a despejar um fiozinho de café, o que faz com que cada café demore 5 minutos a tirar.

Comprar produtos específicos ou levá-las à loja é um pouco dispendioso, ainda por cima para fazer um trabalho que o nosso velho amigo vinagre de sidra faz tão bem.

Assim sendo (e eu já testei, por isso, estão à vontade), fica aqui a receita para limpar este tipo de máquinas.

  1. Colocar no depósito de água vinagre de sidra até meio e encher o resto com água;
  2. Colocar a correr;
  3. Quando o vinagre e a água terminarem, colocar apenas água e fazer correr novamente.
  4. Cheirem o depósito. Se ainda vos cheirar demasiado a vinagre, passem novamente por água, mas lembrem-se de que o cheiro a vinagre desaparece rapidamente e prometo que o primeiro café não irá saber a vinagre!

 

 

13
Dez15

A minha primeira vez #ComércioJusto

Goulart Pinheiro

Embora o Comércio Justo não me fosse desconhecido, nunca até agora tinha entrado numa loja de comércio justo (pelo menos que me lembre). Embora consuma na The Body Shop em que segundo os próprios, todos os seus produtos são de "Fair Trade" (Comércio Justo) - no entanto, não a vamos considerar uma loja tradicional.

Sabia que existiam porque o meu avô costumava comprar coisas como chocolate, café, etc. no Comércio Justo, mas eu nunca me tinha aventurado.

 

Ontem, pela primeira vez, dicidi ir até lá. A loja chama-se CIDAC e situa-se na Rua Tomás Ribeiro perto do gigante da PT em Picoas. Cheguei lá um pouco cedo de mais, e já estava atrasada para uma reunião. O senhor foi 5 estrelas, muito simpático, bom humor e deixou-me entrar mais cedo e comprar o que queria. Não tive muito tempo para explorar, é um facto, mas ficou prometido que lá voltaria para o fazer.

 

 

 

Comprei cacau para misturar com leite e um chocolate de leite (que por acaso, é óptimo). Embora as coisas sejam um pouco mais caras do que no supermercado (e um pouco quer mesmo dizer um pouco), a verdade é que estamos a pagar o preço justo por elas, e sabemos que os agricultores que produzem o chocolate estão a receber o preço justo por ele.

 

O Comércio Justo data o seu início nos anos 60 na Holanda. Movimento (chamemos-lhe assim) que se espalhou depois pela Europa tendo-se criado a International Fair Trade Association que hoje se encontra em mais de 60 países. Trata-se de um comércio onde o pequeno produtor recebe o montante justo pelo produto que vende. É uma medida de responsabilidade ética e ecológica que permite que os produtos não sejam produzidos em massa, evitando-se desperdícios ao longo da linha (produção - venda) e promovendo a agricultura sustentável.

 

Eu estou convencida e passarei a lá ir mais vezes!

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Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

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