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Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

20
Nov15

Organizar #bijuteria

Beatriz Goulart

Não sou rapariga de ter muita bijuteria, até porque não a utilizo (muito) e, assim, torna-se desnecessário tê-la.

O que mais utilizo são brincos e relógio. Brincos tenho cerca de uns 7 pares (5 "normais" e 2 formais) e relógios tenhos 2, sendo que a minha grande perdição são os relógios da casio, que embora já não estejam na moda (a moda agora é Calvin Klein), eu gosto demasiado do relógio para simplesmente "o trocar".

 

Ainda assim, gosto de ter as coisas que utilizo, à "mão de semear", porque se torna mais prático.

 

Para isso, tenho esta fantástica caixa que a minha tia fez a partir de uma caixa antiga de chás:

 

 

IMG_20151120_093039.jpg

 

Como é possível constatar, estão aqui guardadas as coisas que uso diariamente: brincos, anéis, travessões, elásticos, relógio...

Os colares estão pendurados nos pregos do espelho e, desta maneira, tenho as coisas à vista e torna-se mais fácil escolher o que usar.

 

IMG_20151120_093030.jpg

A razão pela qual não tenho muita bijuteria (fora o facto de não a utilizar) é o facto de não sinto a necessidade, não sou grande fã de "jóias" nem acessórios e gosto de manter as coisas simples. Claro que o minimalismo não implica não utilizar acessórios ou coisas acessórias. A verdade é que podemos ter tanta tralha quanto quisermos, desde que esta nos faça felizes ou traga importância à nossa vida.

 

 

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Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

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