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Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

Minimalismo Num Pedestal

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23
Dez15

O e-mail

Beatriz Goulart

O e-mail surgiu sem dúvida como um verdadeiro upgrade do "mail" (correio) normal. É possível enviar e receber informações muito mais depressa, comunicar com alguém muito mais depressa e até comunicar com qualquer pessoa, uma vez que muitos endereços, em especial de empresas, associações e etc. se encontram disponíveis online.

 

No entanto, o e-mail também trás uma enorme desvantagem: a quantidade de publicidade que se recebe (pelo menos, eu) por e-mail é gigante.

Eu devo receber à volta de uns 70/80 e-mails por dia (sim, rídiculo). Destes 5 são normalmente coisas importantes, e e-mails que tenho realmente que ler, 20 são coisas não tão importantes, mas que convém saber/ter e o restante publicidade de todos os lados e mais algum. Como é que eles têm acesso ao meu e-mail?

 

A maioria dos sítios de onde recebo os e-mails é de lojas de onde tenho o cartão ou de onde já comprei online, ou participei em questionários ou etc. É irritante, porque os telemóveis hoje em dia dispõem de um LED que brilha numa intensa cor até vermos a notificação ou apagarmos essa notificação.

 

Assim sendo, eu decidi fazer um "e-mail declutter". Passou por cancelar todas as subscrições de todas as newletters à medida que as ia recebendo e fazer pedidos de remoção do meu e-mail destas mailling lists. Alguns cartões que tinha, uma vez que sempre que há promoções ou novidades associadas aos cartões eles enviam e-mails, tive que os cancelar. Isto porque iria sempre recebê-los por mais vezes que dissesse que não os queria receber.

 

Também decidi que ia passar a ver os e-mails apenas 2x por dia. De manhã, por volta das 10h/11h onde vejo os que tenho e marco como importante o que preciso de ver com atenção e à tarde quando chego a casa depois das aulas e tenho tempo para ler os e-mails que marquei como importantes e ver se tenho mais algum que precise de ver.

 

A nossa vida torna-se muito mais proveitosa quando não temos que estar constantemente conectados.

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Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

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