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Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

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27
Dez18

Eu e o Copo Menstrual - Parte 2

Goulart Pinheiro

Toda a gente erra. E muita gente se precipita.

Mas eu decidi colocar o meu orgulho de parte e fazer um pedido de desculpas à Internet...!

Como alguns se devem recordar no meu anterior post: Eu e o Copo Mesntrual, eu basicamente destruí o copo menstrual online.

Mas nem tudo era verdade. Ou por outro lado, era verdade na altura.

Após ter publicado esse post, uma amiga falou comigo sobre isso e enviou-me vídeos e posts sobre a utilização do copo menstrual entre outros.

A verdade é que é mesmo tudo uma questão de prática. No última ano tenho tentando utilizar o copo menstrual todos os meses e confesso que há alturas em que corre melhor que outras, mas que tem tudo a ver com a forma como encaramos o problema. Funciona melhor quando não temos "pressas" nem stresses.

Não somos todas iguais e consoante a nossa fisionomia há de facto formas diferentes de encarar o problema e de o soluccionar.

Relativamente aos problemas que levantei na altura, de facto há soluções. Há diferentes copos, uns mais compridos e outros menos, o que solucciona o problema da pega ser demasiado comprida ou demasiado curta. Relativamente ao vácuo tem a ver com a forma como retiramos o copo e de facto existe um pequeno truque para evitar o vácuo no momento de retirar o copo e quanto à queda que o meu copo deu na sanita, na verdade o meu copo dura aproximadamente doze horas, o que significa que não corro o risco de isso me acontecer num local público, uma vez que só mudo o copo em casa.

Ainda assim e porque quero que todos tenham a oportunidade de aprender algo, deixo em baixo um dos vídeos explicativos sobre a utilização do copo menstrual:

A todos um Feliz Ano Novo, cheio de coisas ecológicas e vazio de desperdícios!

 

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Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

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