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Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

02
Jan17

Os 10 esseniais!

Goulart Pinheiro

O post de hoje é sobre aqueles que eu considero serem os 10 produtos essenciais de higiene/beleza que utilizo regularmente. Embora não saiba bem, ainda, qual a marca ou se os poderei fazer em casa (poderei escrever sobre isso noutro post) sei quais são e é isso que vos trago hoje. Assim sendo, aqui ficam:

  1. Champô - utilizo dia sim, dia não
  2. Condicionador/Máscara - utilizo uma vez por semana
  3. Óleo Reparador Cabelo - utilizo sempre que lavo o cabelo
  4. Exfoliante Facial Diário - utilizo uma vez por dia, normalmente à noite
  5. Creme Diário - utilizo todos os dias de manhã
  6. Creme Tratamento Acne - utilizo todos os dias à noite
  7. Creme do Corpo - utilizo todos os dias depois banho
  8. Desodorizante - convém
  9. Sabão - idem
  10. Desmaquilhante - porque utilizo eyeliner

E são estes. Posteriormente poderei publicar quais as marcas que consumo, mas o importante é que criem vocês mesmos as vossas listas e tentem reduzir ao mínimo indispensável a quantidade de produtos que utilizam. Será melhor para o planeta e para a vossa carteira!

06
Mai16

Organizar, Organizar

Goulart Pinheiro

Durante toda a minha vida, sempre fui bastante organizada. Não sei se foi adquirido geneticamente, ou pelo facto de eu não conseguir trabalhar com desorganização, nem saber, muito bem, lidar com ela.

 

Em alturas de maior stress, sinto que arrumar coisas e organizá-las, é como uma meditação.

 

Sei que as pessoas não são todas iguais e, que para algumas, arrumar coisas é só uma grande seca. E se assim é, não penso que este post seja para essas pessoas. Este post é uma compilação de dicas para pessoas que gostam de ter as coisas arrumadas e organizadas, mas não sabem como ou não têm tempo para.

 

  1. Fazer sempre a cama. Eu sei que esta pode parecer fácil e já bastante vista, mas a verdade é que entre ter a cama desfeita e a parecer que o cão dormiu lá em cima ou ter a cama feita e limpinha, dá automaticamente um ar de arrumação às coisas. Dica extra: escolham cores que vos fazem felizes.
  2. Lavar a loiça. Outra que parece já bastante falada, mas a verdade é que não ter loiça empilhada no lava-loiça ou mesmo no escorredor, dá automaticamente um outro ar à cozinha, onde tudo parece mais arrumado.
  3. Esconder a tralha. Embora não seja realmente arrumado, o facto de se esconder aquela tralha que nao fica bem com a decoração, ou que dá um ar desarrumado (como os papéis), ajuda a que o espaço pareça mais organizado. Basta arranjar uma caixa bonita, que fique bem e depois é só atirar a tralha lá para dentro.
  4. Ter lugares próprios para as coisas. O facto de as coisas terem um lugar próprio para estar ajuda a que de cada vez que utilizemos as coisas, saibamos onde elas estão e também onde as arrumar depois.

Estas são as quatro dicas mais fáceis que tento utilizar quando não tenho tempo para realmente arrumar as coisas. Acredito que tenham mais algumas, por isso, toca a partilhá-las na caixa dos comentários!

05
Mar16

As Minhas Malas

Goulart Pinheiro

Confesso que não tem sido fácil vir até aqui e blogar. Se eu fosse a Pipoca Mais Doce, isto seria a minha vida e eu poderia blogar todos os dias a toda a hora. Infelizmente, como trabalhadora-estudante, a coisa complica-se um pouco mais.

 

Ainda assim, como tive uma noite de folga, decidi fazer um post porque eu sei que já tinham saudades. E o que eu decidi fazer foi uma actualização das malas que tenho. Já tinha feito (mais ou menos) um post que mencionava as minhas malas, mas tendo em conta que fiz uma "revisão" às malas e acabei a ficar apenas com 5 decidi partilhar convosco o resultado final.

 

As Minhas Malas:

  • Como já sabem, a minha mala preferida e que espero sinceramente que seja de há 8 meses para sempre, é a Lacoste L1212 Concept em Preto. É um mala discreta e grande e é excelente para colocar para lá toda a tralha com que normalmente ando, que confesso, chega a ser alguma, embora não seja do meu agrado andar com tanta coisa atrás.

  • A minha segunda mala, foi a mala que a minha mãe me ofereceu no Natal em Cortiça. Basicamente é a minha mala de fim-de-semana. Não é muito grande, porque não preciso de andar com toda a tralha atrás, mas é grande o suficiente para caber as coisas que normalmente preciso. E podem vê-la aqui.
  • A minha terceira mala é uma mochila em pele, que esteve bastante na moda há uns anos. Confesso que a comprei nessa altura e, sim, porque estava na moda. Mas gosto imenso dela, e a moda já passou e eu continuo a utilizá-la. Basicamente utilizo a mochila no Verão por ser mais prática, para passeios em que não precise de levar muitas coisas. Tem a mesma funcionalidade que a de cortiça, mas faz menos dores de costas.

  • A minha quarta mala é uma bolsa, também de pele, a tiracolo. É uma bolsa bastante pequena e que serve maioritariamente para levar a carteira, o telemóvel, as chaves e etc. etc. durante o ano letivo ao invés de colocar as coisas na mochila. É bastante mais prática e já tem uns 3 ou 4 anos.
  • Por fim, a minha última mala: uma clutch amarela. Serve maioritariamente para eventos formais. Como tenho tornado o guarda-roupa mais neutro pensei que comprar uma clutch com cor poderia dar um ar mais "alegre" às minhas indumentárias formais. No entanto, por vezes também utilizo esta mala para saídas à noite, já que tem a possibilidade de colocar uma alça.

 

 

13
Jan16

Dia 13 #30diasdesafiominimalismo

Goulart Pinheiro

O desafio de hoje consiste em limpar o guarda-roupa. No entanto, eu penso que o meu guarda-roupa já está bastante bom. Ainda há trabalho a fazer, mas que só farei quando mudar a cápsula. Assim sendo, decidi partilhar convosco a arrumação do meu guarda-roupa.

 

Guarda-Roupa.png

Irei agora descrever cada um dos números.

  1. É onde guarda as malas que não estão a uso - mais à frente irei fazer um post sobre as malas que detenho e porquê;
  2. Partes de baixo que não fazem parte da cápsula;
  3. Camisolas que não fazem parte da cápsula;
  4. Tops que não fazem parte da cápsula;
  5. Cápsula menos os casacos grossos e os sapatos;
  6. Roupa de treino;
  7. Pijamas;
  8. Tops de alças;
  9. Sweats;
  10. Mochila e Mala de Desporto;
  11. Sapatos que não fazem parte da cápsula;
  12. Roupa Interior;
  13. Pijamas de Verão e Roupa de Praia;
  14. Cachecóis, Luvas, Gorros e Meias Grossas;
  15. Gaveta que contém carteiras com cartões que não uso regularmente, sacos para sapatos, e "tralha".

P.S.: O guarda-roupa ainda está um pouco desarrumado porque eu costumava ter uma cómoda, que transformei (podem ler o post aqui) e ainda não tive tempo de arrumar as coisas como deve ser.

28
Dez15

A minha ex-cómoda...

Goulart Pinheiro

Há uns dias atrás fiz um post sobre reduzir, reutilizar e reciclar. Decidi então aplicar este conceito à minha cómoda. 

 

Uma vez que doei muitas coisas, ou as deitei fora, tenho muito menos agora, o que fez com que, por exemplo, a minha cómoda estivesse praticamente vazia. Decidi então que conseguia colocar todas as coisas que ainda lá tinha no meu roupeiro e livrar-me da cómoda.

 

No entanto, não queria simplesmente deitar a cómoda fora. Queria dar-lhe algum uso. Decidi, então, que a poderia transformar numa pequena mesinha onde pudesse colocar a bijuteria, a maquilhagem, os produtos de cabelo, etc, etc. E foi isso que fiz!

 

Embora ainda não esteja acabado - falta pintar, arranjar um banquinho, e um espelho - a maioria está feito e sem deitar muito fora. Apenas as roldanas onde as gavetas deslizavam e três tábuas de madeira foram para o lixo. Uma das gavetas serviu para fazer cama para o meu cão e as restantes para camas de reserva (ele estraga muitas), os pregos e os parafusos foram guardados na caixa de ferramentas para a eventualidade de serem precisos.

 

Deixo em seguida as fotos do processo:

 

IMG_20151216_122730 (1).jpg

Esta era a cómoda inicial já sem as gavetas

 

 

IMG_20151216_122739 (1).jpg

Uma das gavetas a servir de cama

 

 

IMG_20151216_124956 (1).jpg

Processo de desmontagem

 

 

IMG_20151216_132226 (1).jpg

Produto praticamente final - até o Blitz ficou curioso

 

 

IMG_20151216_234700 (1).jpg

Depois de tudo arrumado

 

27
Dez15

Em Busca da Mala Ideal

Goulart Pinheiro

Um dos primeiros posts que fiz neste blog foi sobre a minha única mala. Logo nesse post "anunciei" que provavelmente iria ter outra no Natal, uma vez que já andava à procura de uma.

 

Queria uma mala que fosse mais pequena do que a da Lacoste, no entanto, maior do que as malas pequeninas que tenho para sair à noite. A primeira mala que vi foi esta da Bimba Y Lola:

 

 

No entanto, não a comprei logo porque era só para o Natal. Cheguei a dizer à minha mãe que poderíamos esperar pelos Saldos. No entretanto, vi o filme que já mencionei diversas vezes no blog, e que podem ler aqui.

 

Decidi então enviar um e-mail à marca a perguntar onde eram fabricadas as suas malas. Responderam-me que eram fabricadas em diversos sítios e que se lhes enviasse a referência do produto em que estava interessada, me dariam uma resposta mais concreta. Lá o fiz, e responderam-me que era fabricada na China (sim, sempre muito vagos). Então perguntei se tinham algum produto que fosse fabricado na Europa ou América do Norte sem recurso a sweatshops, de novo me disseram que lhes enviasse as referências dos produtos em que estava interessada e me dariam uma resposta mais concreta. Desisti.

 

Durante algum tempo ainda ponderei se comprava ou não. Se fosse durável, e eu não tivesse que comprar outra nos próximos tempos e etc (sempre a pesar os prós e os contras). No entanto, achei que mesmo sendo feita numa sweatshop (acredito eu) e mesmo que durasse muitos anos, o princípio da empresa nas respostas de e-mail que me deu pareceu-me errado. Por isso, decidi que não ia comprar à marca.

 

Comecei então a pesquisar lojas sem recurso a sweatshops. Pesquisei bastante sem grande sucesso em encontrar algo que me agradasse. Lembrei-me então que se Portugal tem uma enorme indústria no fabrico de calçado, possivelmente também teria de malas. Decidi investigar um pouco. Dei com as marcas Cavalinho e Foreva. Para ambas enviei um e-mail procurando saber onde eram produzidas as malas, os tecidos, etc. Penso que apenas a Cavalinho me respondeu, no entanto, nenhuma das malas deles me agradou particularmente.

 

Decidi continuar a investigação e dei com este site:

 

Adorei automaticamente o design das malas. Decidi então enviar um e-mail à marca a perguntar onde eram produzidas as malas e os tecidos, e etc. Responderam-me passado duas horas dizendo quase tudo o que queria ouvir. As malas são produzidas em Portugal numa fábrica em Vendas Novas e também são eles que produzem o próprio tecido. Bem, e é sabido que cortiça é do que há mais em Portugal.

 

Descobri que vendiam os seus produtos nalguns centros comerciais como Vasco da Gama e Campo Pequeno e decidi ir procurar os produtos por lá. Acabei a encontrar esta mala:

 

IMG_20151226_142302.jpg

 

Custou 70€, mas eu acho que foi um preço justo por ela. Tem espaço para tudo o que preciso de levar comigo no dia-a-dia quando não tenho aulas ou reuniões.

 

23
Dez15

O e-mail

Goulart Pinheiro

O e-mail surgiu sem dúvida como um verdadeiro upgrade do "mail" (correio) normal. É possível enviar e receber informações muito mais depressa, comunicar com alguém muito mais depressa e até comunicar com qualquer pessoa, uma vez que muitos endereços, em especial de empresas, associações e etc. se encontram disponíveis online.

 

No entanto, o e-mail também trás uma enorme desvantagem: a quantidade de publicidade que se recebe (pelo menos, eu) por e-mail é gigante.

Eu devo receber à volta de uns 70/80 e-mails por dia (sim, rídiculo). Destes 5 são normalmente coisas importantes, e e-mails que tenho realmente que ler, 20 são coisas não tão importantes, mas que convém saber/ter e o restante publicidade de todos os lados e mais algum. Como é que eles têm acesso ao meu e-mail?

 

A maioria dos sítios de onde recebo os e-mails é de lojas de onde tenho o cartão ou de onde já comprei online, ou participei em questionários ou etc. É irritante, porque os telemóveis hoje em dia dispõem de um LED que brilha numa intensa cor até vermos a notificação ou apagarmos essa notificação.

 

Assim sendo, eu decidi fazer um "e-mail declutter". Passou por cancelar todas as subscrições de todas as newletters à medida que as ia recebendo e fazer pedidos de remoção do meu e-mail destas mailling lists. Alguns cartões que tinha, uma vez que sempre que há promoções ou novidades associadas aos cartões eles enviam e-mails, tive que os cancelar. Isto porque iria sempre recebê-los por mais vezes que dissesse que não os queria receber.

 

Também decidi que ia passar a ver os e-mails apenas 2x por dia. De manhã, por volta das 10h/11h onde vejo os que tenho e marco como importante o que preciso de ver com atenção e à tarde quando chego a casa depois das aulas e tenho tempo para ler os e-mails que marquei como importantes e ver se tenho mais algum que precise de ver.

 

A nossa vida torna-se muito mais proveitosa quando não temos que estar constantemente conectados.

19
Dez15

Cartões de Lojas

Goulart Pinheiro

Nos dias que correm acho que não existe praticamente nenhuma loja que não tenha um cartão de fidelização associado. Funcionam das mais diversas formas e feitios; e enchem as nossas carteiras. Inacreditavelmente, eu acho que tenho cartões de todas as lojas que frequento e mais algumas. Passo então a nomear os cartões que tenho e como eles funcionam:

 

Cartões.jpg

A razão pela qual fui fazendo todos estes cartões prendia-se com o facto de eles não terem custos associados e oferecerem vantagens (tirando aqueles que não escolhi fazer). E pelo facto de serem lojas nas quais consumia.

 

No entanto, desde que adoptei o minimalismo, as coisas tornaram-se um pouco diferentes. Já não consumo na maioria destas lojas ou não o faço regularmente. A principal ideia destes cartões (cartões de fidelização) é exactamente obrigar o cliente a voltar à loja e consumir novamente, largando lá mais dinheiro. As vantagens que eles oferecem são um pequeno "custo" em troca do aumento de vendas que conseguem com eles. Até porque muitas vezes, o valor que existe nestes cartões tem uma validade, exactamente para obrigar o cliente a consumir.

 

Embora ainda os utilize, o paradigma mudou. Utilizo-os se for à loja para comprar qualquer coisa e não vou à loja porque tenho os cartões e sinto obrigação de os utilizar. E aí é que se encontra a verdadeira questão, e aquilo que eu penso que as pessoas deveriam entender. Não sou fundamentalista em relação a estas questões, no entanto, há que encontrar a lógica por trás destes cartões e revertê-la.

 

A ideia não pode ser: vou comprar nesta loja porque tenho o cartão e vou acumular e depois posso lá voltar e descontar e acumular mais. Isso é entrar num ciclo vicioso de consumismo desnecessário. A ideia deve ser sim: preciso de qualquer coisa nesta loja, por acaso tenho o cartão, irei utilizá-lo.

 

Mais à frente irei fazer um post sobre aquela que eu encaro ser a principal desvantagem destes cartões e que já me fez cancelar muitos deles.

18
Dez15

Organizar #GastosERendimentos

Goulart Pinheiro

Hoje apresento um truque que comecei a usar há uns anos (quando comecei a ter a minha mesada) e que ainda hoje mantenho.

Na verdade, não é bem um truque, porque tenho a certeza que há mais pessoas a utilizá-lo.

 

Passa por manter um registo de todos os gastos que efectuamos e todos os rendimentos que obtemos. É uma forma de manter as coisas organizadas e uma forma de sabermos quanto dinheiro gastamos e em que é que o gastamos.

 

No início de todos os anos crio uma folha de Excel que tem na primeira coluna os rendimentos, na segunda os gastos, na terceira o local do gasto ou rendimento e na quarta o dia do gasto.

 

Sempre que compro alguma coisa trago o recibo comigo e vou guardando ou quando não há recibo (num café, pastelaria, qq coisa do género) aponto o valor. Vou juntando todos os recibos e no final do mês aponto na folha de excel os gastos e deito fora os recibos que não precisar mais (não gosto de acumular papel).

 

O Objectivo é não só saber onde gasto, como onde gasto e, em que alturas gasto mais; assim como se ando a gastar mais do que devo/quero.

 

A título de curiosidade: gastei mais dinheiro nos primeiros 6 meses do ano (em que ainda não tinha descoberto o minimalismo) do que nesta altura do Natal.

11
Dez15

Para o caso de...

Goulart Pinheiro

Quando comecei a entrar na onda minimalista, o meu primeiro passo foi livrar-me das coisas que não gostava, não precisava e não me faziam falta.

 

Acredito, no entanto, que um dos maiores problemas que enfrentei, e pelo qual toda a gente deve enfrentar, é "e se eu vier a precisar disto?". É uma pergunta válida, se pensarmos no assunto. No entanto, vamos enfrentar a realidade. Quantas vezes no passado realmente precisaram do objecto em questão? Eu acho que é um pouco como aquelas mulheres que levam tudo na mala (e atenção que eu já fui assim...) "para o caso de...". A verdade é que esse caso nunca apareceu e eu estava a dar cabo das minhas costas com o peso.

 

Quando falamos em livrarmo-nos de coisas materialistas e que não oferecem qualquer uso ou alegria à nossa vida o "para o caso de..." não pode ser uma desculpa para acumular tralha.

 

Por isso, toca a chegar a casa, e começar a ver o que realmente precisam e o que não precisam. As pilhas dividem-se simplesmente entre: sim, não e talvez. A pilha do talvez pode ficar guardada durante um tempo, enquanto não descobrem o que fazer com ela. Vão visitando essa pilha de vez em quando e transformando-a em "sim" ou "não"; embora eu garanta que quase sempre na dúvida a resposta é "não", se não porque raio teriam duvidado no início?

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Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

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