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Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

20
Fev19

Planear Como?

Goulart Pinheiro

Planear é para mim bastante importante, porque me permite manter a par das coisas que tenho para fazer e de como organizar o meu dia-a-dia.

 

 

 

Mas tenho tido alguns problemas em encontrar o sistema ideal para o fazer.

A minha dúvida maior fica sempre entre se utilizo papel ou se utilizo tecnologia.

 

 

 

Prós do Papel:

  • Gosto de escrever;
  • Gosto de ter a base física e folhear as coisas;

Contras do Papel:

  • Gasto papel e água;
  • Ando mais carregada;
  • Gastar dinheiro a adquirir cadernos e agendas;
  • Gasto tinta.

Prós da Tecnologia:

  • Posso adicionar coisas em qualquer lugar mais facilmente;
  • Tenho tudo no mesmo sítio.

Contras da Tecnologia:

  • Não me dá tanto gozo escrever no telemóvel/computador;
  • Gasto eletricidade;
  • Exploração de metais pesados para a construção dos telemóveis, computadores, tablets e afins.

 

Talvez com esta explicação consigam entender o meu dilema.

Já experimentei vários formatos e contínuo sem saber qual deles considero mais adequado para mim e para o meu estilo de vida.

 

Por isso, gostava que partilhassem comigo as vossas formas de organização para que eu talvez consiga ter alguma inspiração e me consiga organizar melhor.

15
Fev19

Refeições, Supermercado, Cozinhar

Goulart Pinheiro

Em 2015 fiz um post que falava mais ou menos destas coisas, e que podem ler aqui. No entanto, achei que estava na altura de atualizar. Embora muito não se tenha alterado, algumas coisas alteraram-se.

 

O supermercado/mercearia é, muitas vezes, onde gastamos mais dinheiro. Principalmente, gastamos dinheiro em coisas que acabam por se estragar porque não são consumidas a "tempo e horas", sobretudo perecíveis. E embora não seja o mais caro no supermercado, ainda assim, estamos a desperdiçar dinheiro, comida e o ambiente.

 

Assim, a forma como eu organizo as refeições não se alterou significativamente. Aos domingos preenchemos uma lista que contém os dias da semana, com uma refeição por dia. Essa refeição é feita em maiores quantidades para que sobre para o dia seguinte para o almoço. Consideramos que isto é mais adequado ao nosso estilo de vida porque não temos que cozinhar duas refeições diferentes na mesma altura.

 

Dessa lista riscamos os dias em que já sabemos que não iremos fazer as refeições em casa, seja por motivos profissionais ou pessoais, e é uma forma que temos de nessa semana não comprar comida a contar com esse dia e não comprarmos algo que se fique a estragar.

 

Neste momento estamos a fazer mais ou menos, duas refeições de carne (que acabam por ser quatro), duas de peixe (igualmente quatro) e duas vegetarianas (igualmente quatro). E por esta ordem vamos preenchendo a tabela, qualquer coisa deste género:

  Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo
Almoço Carne Peixe Vegetariano Carne Peixe    
Jantar Peixe Vegetariano / Peixe Vegetariano    

 

Claro que a preenchemos exatamente com os pratos que vamos cozinhar. Depois, com base naquilo que temos em casa compramos os ingredientes que são necessários para cozinhar os pratos.

 

Se surgem imprevistos e acabamos a não fazer alguma das refeições planeadas, elas são adicionadas no início da semana seguinte, por forma a não desperdiçar comida.

 

À parte disto, à medida que as coisas mais "gerais" como azeite, alho, batatas, cebola, especiarias (vocês entendem), detergentes, areia dos gatos, etc. vão chegando ao fim, adicionamos numa lista para que no final da semana possamos comprar no supermercado com base nas necessidades, sem comprar com muita antecedência, mas não deixando que "a coisa" em si acabe sem uma para substituir.

 

Esta é a nossa forma de organização, e aquela que mais nos convém. Sei que há pessoas que se organizam com compras diariamente, ou de duas em duas semanas, ou mensais ou até (para quem tem congelador grande ou arca e espaço de arrumação) de seis em seis meses.

 

Estou interessada em saber como fazem, por isso, partilhem a vossa forma de organização nos comentários!

11
Fev19

O Fim da Capsule Wardrobe

Goulart Pinheiro

Eu inicei este blog com um post sobre "Capsule Wardrobe" com o texto intitulado Sobre a Cápsula.

 

No entanto, eu já não tenho uma cápsula de roupa. E a razão é muito simples: já não tenho necessidade.

Consegui reduzir o meu guarda-roupa às peças que considero essenciais e que necessito e já não faz para mim sentido seleccionar roupas todos os inícios de estação (que já praticamente não existem), porque iria seleccionar todas.

Neste momento o meu roupeiro de Inverno contém:

  • 2 Casacos: um impermeável, um não.
  • 3 Sapatos: uns botins, uns ténis e umas botas (pantufas - tipo UGG, mas baratas);
  • 1 blazer;
  • 4 calças: 2 ganga e 2 pretas;
  • 8/9 camisas e camisolas de manga comprida;
  • 2 camisolas de malha;
  • 4 camisolas de malha grossa;
  • 1 vestido;
  • 1 saia;
  • 1 casaco de malha grossa;
  • 2 casacos de malha fina.

TOTAL: 30 peças de roupa

Poderei estar a esquecer-me de qualquer coisa, mas de certeza que o meu roupeiro não tem mais de 40 peças neste momento, e não me fazem falta.

 

Não, não ando com roupa suja, mas o estado do tempo também tem ajudado a lavar roupa todos os fins-de-semana, fazendo com que seja mais fácil ter sempre roupa à disposição.

Mas também, como disse anteriormente, quanto menos roupa se tem, mais fácil é de a escolher todos os dias. Para além disso, visto maioritariamente roupa de cor neutra, o que faz com que tudo fique bem com tudo e não haja necessidade de ter que escolher com base no "fica bem ou não".

06
Fev19

És Demasiado Organizada

Goulart Pinheiro

O título deste post corresponde àquilo que a maioria das pessoas diz sobre mim. 

 

Eu não sei o que é ser demasiado organizada, assim como não sei o que é ser demasiado boa pessoa. Ou seja, não sei como é que uma qualidade pode ser demais. Embora, de facto, o povo costuma dizer que o que é demais enjoa. 

 

Posto isto, a explicação do porquê eu sentir a necessidade de ter tanta organização na minha vida.

Em primeiro lugar, isto é algo um pouco inerente à minha pessoa, que fui adquirindo ao longo dos tempos, sobretudo pela necessidade de conseguir conjugar em 24h diárias tudo o que tinha e queria para fazer.

 

Eu trabalho, agora a tempo inteiro, ainda estou a estudar, tenho este blog, tenho uma casa para co-gerir, gatos para tratar e brincar, gosto de ir ao ginásio, cozinhar a minha própria comida e fazer coisas que considero hobbies e que me fazem feliz.

 

Nunca eu conseguiria conjugar todas estas coisas na minha vida se não fosse uma pessoa organizada, que gosta de planear e maximizar o seu tempo. 

Por isso, se me perguntarem "Porquê tanta organização?" "Porquê tantas listas?" entre outras perguntas que gostam de fazer, a resposta é muito simples: "então conta lá como é um dia normal para ti?"

 

Um dia normal para mim envolve trabalhar, estudar, ir ao ginásio, tratar dos gatos, arrumar e lavar a casa, fazer refeições e sim, ainda ter tempo para ler, ver televisão, tricotar, escrever no blog. E só há uma maneira de conseguir concretizar tudo isso: ser organizada e ter tudo planeado, para que a cada momento eu tenha as coisas programadas para fazer e, deste modo, possa fazer tudo o que quero/preciso de fazer num dia, sem sentir que estou a desperdiçar tempo a olhar para as paredes, ou a pensar no que tenho para fazer a seguir, ou se me estou a esquecer de alguma coisa. 

 

Faz-me feliz e não conheço outra maneira de realizar todos os sonhos que tenho sem ser assim.

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Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

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