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Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

31
Dez15

Ano Novo!

Beatriz Goulart

O meu post de hoje também será curtinho! Venho aqui apenas para desejar um Feliz Ano Novo a todos e agradecer por virem ao meu blog ler o que posto, e comentarem. Sabe bem ter algum feedback e perceber que há mais pessoas a partilhar a mesma visão.

 

crédito da foto

 

Como último desafio: este ano ao invés de fazerem resoluções de Ano Novo, ou desejos para o próximo ano, desenhem objectivos. Coisas que querem mesmo muito concretizar, alcançar, o que seja. Sejam o mais arrojados possível e não tenham medos. Durante o desafio do 30 Day Minimalism Challenge, eu irei postar os meus objectivos para o próximo ano. Percam algum tempo e concentrem-se nas coisas que querem mesmo.

 

Feliz Ano Novo!

 

 

 

30
Dez15

"30 Day Minimalism Challenge" + O Próximo Ano

Beatriz Goulart

Há uns tempos atrás, a minha melhor amiga enviou-me um desafio. O "30 Day Minimalism Challenge". Decidi então aceitar o desafio e começar no início do próximo ano.

 

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Assim sendo, durante o mês de Janeiro irei fazer um desafio por dia e fazer um post sobre cada um dos dias. Os posts provavelmente serão pequenos e rápidos porque: 1) poderá não haver muito por onde dizer; 2) Janeiro é a minha fase de exames e tenho que estudar!

 

Para além disto, irei continuar a fazer posts "normais" e irei também aceitar outro desafio. Irei tentar de 2 em 2 semanas fazer uma mini-missão da blogger de "be more with less" e postar aqui sobre a missão e sobre a minha experiência.

 

Desafio todos os que queiram a fazer também este desafio e irem partilhando as vossas experiências com o tag 30diasdesafiominimalismo.

29
Dez15

Um Ano Sem Televisão

Beatriz Goulart

Fez aproximadamente um ano que não temos televisão cá em casa. E eu decidi partilhar esta experiência.

 

A decisão de deixar de ter televisão não foi minha, na verdade, eu fui totalmente contra ela no início. Quem tomou esta decisão foi a minha mãe depois de termos feito obras na sala. Eu fui totalmente contra porque não me imaginava a levantar-me aos sábados de manhã e não poder ir esparramar-me no sofá em frente da televisão, deixando a informação circular livremente na minha cabeça. Mais que tudo, fiquei chocada por o meu irmão ter concordado.

 

Durante algum tempo ainda tentei que a televisão voltasse. "Mas mãe, tu tens um contrato, ao menos pomos a televisão até o contrato acabar", "Mas mãe, estás a perder dinheiro". Nada disto resultou.

 

Um ano depois, posso afirmar que foi a melhor coisa que aconteceu:

  • Por agora ainda temos que a pagar, mas quando tivermos que o deixar de fazer, é menos dinheiro que gastamos;
  • Passamos muito mais tempo juntos, a conversar, do que calados a olhar para um ecrã;
  • Não deixei de ver séries, nem filmes, uma vez que o posso fazer via Internet, e melhor que isso, posso ser selectiva o quanto quiser, e não ter que me sujeitar ao que passa na televisão;
  • Não estou sujeita a toda a desinformação dos meios de comunicação social e todas as "catástrofes" e "notícias de última hora" que nos inundem a casa de medo, desconfiança e ignorância;
  • Contínuo a ler notícias, em especial porque as recebo no e-mail, no entanto, sou muito mais crítica em relação a elas;
  • O meu tempo aumentou substancialmente: como já não me levanto de manhã aos fins-de-semana para me ir deitar no sofá a ver televisão, sinto que o meu fim-de-semana ganhou pelo menos mais 24h;
  • E ainda poupamos na fatura de electricidade, uma vez que é menos um aparelho a consumir.

 

 

28
Dez15

A minha ex-cómoda...

Beatriz Goulart

Há uns dias atrás fiz um post sobre reduzir, reutilizar e reciclar. Decidi então aplicar este conceito à minha cómoda. 

 

Uma vez que doei muitas coisas, ou as deitei fora, tenho muito menos agora, o que fez com que, por exemplo, a minha cómoda estivesse praticamente vazia. Decidi então que conseguia colocar todas as coisas que ainda lá tinha no meu roupeiro e livrar-me da cómoda.

 

No entanto, não queria simplesmente deitar a cómoda fora. Queria dar-lhe algum uso. Decidi, então, que a poderia transformar numa pequena mesinha onde pudesse colocar a bijuteria, a maquilhagem, os produtos de cabelo, etc, etc. E foi isso que fiz!

 

Embora ainda não esteja acabado - falta pintar, arranjar um banquinho, e um espelho - a maioria está feito e sem deitar muito fora. Apenas as roldanas onde as gavetas deslizavam e três tábuas de madeira foram para o lixo. Uma das gavetas serviu para fazer cama para o meu cão e as restantes para camas de reserva (ele estraga muitas), os pregos e os parafusos foram guardados na caixa de ferramentas para a eventualidade de serem precisos.

 

Deixo em seguida as fotos do processo:

 

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Esta era a cómoda inicial já sem as gavetas

 

 

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Uma das gavetas a servir de cama

 

 

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Processo de desmontagem

 

 

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Produto praticamente final - até o Blitz ficou curioso

 

 

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Depois de tudo arrumado

 

27
Dez15

Em Busca da Mala Ideal

Beatriz Goulart

Um dos primeiros posts que fiz neste blog foi sobre a minha única mala. Logo nesse post "anunciei" que provavelmente iria ter outra no Natal, uma vez que já andava à procura de uma.

 

Queria uma mala que fosse mais pequena do que a da Lacoste, no entanto, maior do que as malas pequeninas que tenho para sair à noite. A primeira mala que vi foi esta da Bimba Y Lola:

 

 

No entanto, não a comprei logo porque era só para o Natal. Cheguei a dizer à minha mãe que poderíamos esperar pelos Saldos. No entretanto, vi o filme que já mencionei diversas vezes no blog, e que podem ler aqui.

 

Decidi então enviar um e-mail à marca a perguntar onde eram fabricadas as suas malas. Responderam-me que eram fabricadas em diversos sítios e que se lhes enviasse a referência do produto em que estava interessada, me dariam uma resposta mais concreta. Lá o fiz, e responderam-me que era fabricada na China (sim, sempre muito vagos). Então perguntei se tinham algum produto que fosse fabricado na Europa ou América do Norte sem recurso a sweatshops, de novo me disseram que lhes enviasse as referências dos produtos em que estava interessada e me dariam uma resposta mais concreta. Desisti.

 

Durante algum tempo ainda ponderei se comprava ou não. Se fosse durável, e eu não tivesse que comprar outra nos próximos tempos e etc (sempre a pesar os prós e os contras). No entanto, achei que mesmo sendo feita numa sweatshop (acredito eu) e mesmo que durasse muitos anos, o princípio da empresa nas respostas de e-mail que me deu pareceu-me errado. Por isso, decidi que não ia comprar à marca.

 

Comecei então a pesquisar lojas sem recurso a sweatshops. Pesquisei bastante sem grande sucesso em encontrar algo que me agradasse. Lembrei-me então que se Portugal tem uma enorme indústria no fabrico de calçado, possivelmente também teria de malas. Decidi investigar um pouco. Dei com as marcas Cavalinho e Foreva. Para ambas enviei um e-mail procurando saber onde eram produzidas as malas, os tecidos, etc. Penso que apenas a Cavalinho me respondeu, no entanto, nenhuma das malas deles me agradou particularmente.

 

Decidi continuar a investigação e dei com este site:

 

Adorei automaticamente o design das malas. Decidi então enviar um e-mail à marca a perguntar onde eram produzidas as malas e os tecidos, e etc. Responderam-me passado duas horas dizendo quase tudo o que queria ouvir. As malas são produzidas em Portugal numa fábrica em Vendas Novas e também são eles que produzem o próprio tecido. Bem, e é sabido que cortiça é do que há mais em Portugal.

 

Descobri que vendiam os seus produtos nalguns centros comerciais como Vasco da Gama e Campo Pequeno e decidi ir procurar os produtos por lá. Acabei a encontrar esta mala:

 

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Custou 70€, mas eu acho que foi um preço justo por ela. Tem espaço para tudo o que preciso de levar comigo no dia-a-dia quando não tenho aulas ou reuniões.

 

26
Dez15

Natal

Beatriz Goulart

Este Natal decidi que não me iria colocar nas redes sociais, nem no blog. Algo que cumpri categoricamente, devo anunciar.

 

Decidi fazê-lo por querer desfrutar do máximo de tempo possível com a família, sem ter que me preocupar se as restantes pessoas sabiam onde eu estava e como o estava a festejar.

 

Tal como ficou prometido, venho aqui revelar quais as prendas que ofereci este Natal.

 

Prendas que ofereci 

  • À minha mãe ofereci uma mala de viagem de cabine porque ela não tinha nenhuma. É da Paco Martinez e é azul escura. Tenho a certeza de que é feita à custa de sweatshops, no entanto, não sei onde encontrar uma que não seja; 
  • Ao meu irmão mais velho ofereci um cartão com dinheiro da FNAC para ele gastar no que quiser. É sempre difícil saber o que lhe oferecer, e assim, pode ser ele a escolher; 
  • Ao meu pai ofereci uma garrafa de vinho do Porto de reserva. Não sabia o que oferecer e um consumível é sempre melhor, uma vez que é algo que realmente tem uso; 
  • Ao meu irmão mais novo ofereci uma carteira, algo que também tem uso visto ele não ter nenhuma;
  • Aos meus tios ofereci um jantar a dois num restaurante de fados; 
  • Aos meus avós ofereci uma moldura com diversos compartimentos com fotos dos netos e dos filhos; 
  • Às minhas primas ofereci produtos de cosmética da Body Shop que são feitos com produtos naturais, de comércio justo e não são testados em animais; 
  • A do Pai Natal Secreto ainda não posso revelar, porque ainda não trocámos as prendas.

 

E como eu sei que são curiosos, decidi também revelar o que recebi.

 

Prendas que recebi

 

  • A minha mãe ofereceu-me uma mala, mas foi escolhida por mim e eu farei um post mais detalhado sobre ela e sobre a minha busca por ela; 
  • O meu pai ofereceu-me um disco externo para guardar toda a tralha tecnológica lá; 
  • Os meus tios ofereceram-me uma agenda para 2016 e dois pequenos blocos de notas com uns padrões muito giros; 
  • Os meus avós ofereceram-me umas pantufas - infelizmente são de uma loja com recurso a sweatshops - estava na minha need/wish list;
  • Os meus outros tios ofereceram-me um lenço/manta muito quentinho e cinzento. Estava na minha need/wish list. Não sei se é feito à custa de sweatshops ou não. No entanto, espero que dure muito tempo; 
  • Fora isto ainda recebi chocolates e meias.

 

Embora não possa negar que sabe bem receber prendas quando realmente se precisa ou se gosta de uma coisa, a melhor parte do Natal foi sem dúvida estar em família e comer a quantidade de comida que comi. Este Natal, não há dúvida de que a balança vai marcar mais 2 ou 3kg, mas valeu a pena porque a comida estava mesmo boa!

24
Dez15

Feliz Natal!

Beatriz Goulart

O meu post de hoje é muito pequeno. Vim aqui só para desejar um Feliz Natal a todos! Que o passem na melhor companhia possível, com as pessoas que realmente vos fazem felizes. Desliguem de tudo à vossa volta e concentrem-se nos vossos. A vida é curta e não se sabe quando é que as pessoas que vos rodeiam poderão deixar de vos rodear.

 

Partilhem histórias do vosso ano com as pessoas, vejam filmes juntos e bebam muito chocolate quente!

 

Christmas-Quotes-Tumblr4.jpg

 

23
Dez15

O e-mail

Beatriz Goulart

O e-mail surgiu sem dúvida como um verdadeiro upgrade do "mail" (correio) normal. É possível enviar e receber informações muito mais depressa, comunicar com alguém muito mais depressa e até comunicar com qualquer pessoa, uma vez que muitos endereços, em especial de empresas, associações e etc. se encontram disponíveis online.

 

No entanto, o e-mail também trás uma enorme desvantagem: a quantidade de publicidade que se recebe (pelo menos, eu) por e-mail é gigante.

Eu devo receber à volta de uns 70/80 e-mails por dia (sim, rídiculo). Destes 5 são normalmente coisas importantes, e e-mails que tenho realmente que ler, 20 são coisas não tão importantes, mas que convém saber/ter e o restante publicidade de todos os lados e mais algum. Como é que eles têm acesso ao meu e-mail?

 

A maioria dos sítios de onde recebo os e-mails é de lojas de onde tenho o cartão ou de onde já comprei online, ou participei em questionários ou etc. É irritante, porque os telemóveis hoje em dia dispõem de um LED que brilha numa intensa cor até vermos a notificação ou apagarmos essa notificação.

 

Assim sendo, eu decidi fazer um "e-mail declutter". Passou por cancelar todas as subscrições de todas as newletters à medida que as ia recebendo e fazer pedidos de remoção do meu e-mail destas mailling lists. Alguns cartões que tinha, uma vez que sempre que há promoções ou novidades associadas aos cartões eles enviam e-mails, tive que os cancelar. Isto porque iria sempre recebê-los por mais vezes que dissesse que não os queria receber.

 

Também decidi que ia passar a ver os e-mails apenas 2x por dia. De manhã, por volta das 10h/11h onde vejo os que tenho e marco como importante o que preciso de ver com atenção e à tarde quando chego a casa depois das aulas e tenho tempo para ler os e-mails que marquei como importantes e ver se tenho mais algum que precise de ver.

 

A nossa vida torna-se muito mais proveitosa quando não temos que estar constantemente conectados.

22
Dez15

A política dos 3 Rs

Beatriz Goulart

Muito provavelmente, os mais novos já conhecem esta política como a política dos 5Rs. No entanto, eu acho que os dois items adicionados são uma redundância de "reutilizar" e, por isso, mantenho-me nos 3Rs.

 

 

 

Para quem não sabe, esta é a política de: reduzir, reutilizar e reciclar. No entanto, a meu ver aposta-se muito nisto, mas da forma inversa. Ou seja, o primeiro passo deveria ser reduzir: reduzir o consumo de embalagens desnecessárias, de artigos desnecessários, de produção de resíduos, etc,etc. Depois deveria ser reutilizar: reutilizar materiais, reutilizar objectos, remodelá-los, reinventá-los, etc. e só depois deveria vir o reciclar. No entanto, acho que a maioria das pessoas quando já não precisa de algo, simplesmente põe para reciclar.

 

Assim sendo, venho deixar aqui algumas ideias:

 

  • Reduzir:
    • Reduzam as embalagens que utilizam - para além de terem que estar a pagar pela embalagem que não precisam, ainda têm que pagar para que os resíduos sejam tratados. Embalagens que não servem para a conservação directa de alimentos ou objectos, deixem-nas no supermercado, ou escolham opções que contenham menos embalagens;
    • Optem por embalgens de maiores dimensões em produtos que não se estraguem rapidamente. Permite não só poupar dinheiro, como poupar na quantidade de resíduos e automaticamente reduzir o desperdício.
  • Reutilizar:
    • Antes de deitarem qualquer coisa fora, olhem para ela e ponderem se existe algum uso que lhe possam dar;
    • Móveis antigos podem ser transformados em novos, os pregos/parafusos podem ser reutilizados;
    • Roupa de cama velha pode servir para proteger coisas do pó, pode servir de lençol para o cão, pode servir de cobertura para o chão se vão pintar a casa;
    • Sacos de papel ou plástico do pão podem servir para voltar a ir ao pão, para apanhar os dejectos dos animais, ou para embalar as sandes para levar para a escola;
    • Roupa antiga pode servir para fazer máscaras para o Carnaval, como pijama ou como roupa de treino.
  • Reciclar:
    • Se depois de tudo isto tiverem mesmo que deitar algo fora, tenham a certeza que podem colocar todo o material reciclável nos contentores próprios para serem encaminhados para a reciclagem. Só por fim coloquem o que ainda não é reciclável no contentor "normal".
21
Dez15

Favoritos de Outono + Uma Nota Extra

Beatriz Goulart

Uma vez que consumo muito menos, não consigo fazer favoritos todos os meses. No entanto, é-me possível (pelo menos por agora) fazer favoritos por estação do ano. Assim sendo, e porque o Outono terminou, decidi fazer este post.

 

  • O meu primeiro favorito desta estação foram as calças de Ioga que comprei na Mango. Comprei-as em Novembro. Gosto delas porque são muito, muito confortáveis e quentinhas. São perfeitas para vestir ao Domingo para ficar em casa sem fazer nada, quando apenas tenho que sair para ir passear o cão; ou então para quando vou dar voltas grandes e passeios grandes com ele. Aquilo que não gosto é o facto de serem feitas em sweatshops no Bangladesh. Foram feitas à custa de mão-de-obra barata, sem condições laborais e sem leis ambientais. Comprei-as antes de ter visto o filme "The True Cost" e como já não tinham etiqueta, não as podia devolver. Assim sendo, ficaram.
  • O meu segundo favorito é o creme de rosto da Jason que tenho andado a usar. Uma vez que a minha pele é mista, oleosa nuns sítios e seca noutros, precisava de um creme que fosse hidratante mas não oleoso. Este hidratante da Jason é, na verdade, um gel. Por isso, é muito menos oleoso do que os cremes normais e ao mesmo tempo é hidratante. Por outro lado, não contém parabenos, sls, corantes artificiais, etc. e não é testado em animais.
  • O terceiro favorito é, claro, a minha garrafa de água. Fiz um post sobre ela ontem, podem ler aqui. Gosto mesmo muito da garrafa e acho-a verdadeiramente útil.
  • O meu quarto favorito é a Aplicação Drink Water Reminder. Descobri esta aplicação através da youtuber Verena Erin que tem o canal "My Green Closet". Decidi experimentá-la por estar a fazer o desafio da blogger de "be more with less" que consiste em beber o essencial de água por dia. A aplicação permite calcular a quantidade de água que devemos beber por dia a partir do peso, e à medida que a vamos bebendo, podemos seleccionar a bebida e a quantidade. Se não bebermos água, a aplicação emite uma notificação para nos lembrar. As notificações podem ser automáticas ou determinadas por nós. Pode ser feito o download aqui.

 

Nota Extra:

 

Ontem não coloquei isto no meu post porque não me tinha lembrado. No entanto, é uma medida que passarei a adoptar. Sempre que vamos a um restaurante e queremos beber água à refeição, somos obrigados a consumir uma garrafa de água (na maioria das vezes de plástico) e a pagar por ela. No meu entender, é ridículo ter que pagar por um bem essencial à vida, como a água. Em especial, quando na generalidade dos locais em Portugal já existe uma rede pública de água. Assim sendo, decidi que não passarei a consumir mais água engarrafada. Irei sim pedir um jarro de água, ou um copo de água. Ou quem sabe, utilizar a garrafa de água que já transporto comigo. Poderei ainda ponderar comprar água, no entanto, apenas se as garrafas forem de vidro. Se tal me for negado, não irei, então, dar o meu dinheiro ao estabelecimento em questão.

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Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

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