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Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

Minimalismo Num Pedestal

Não é preciso ter muito, desde que se tenha as coisas certas.

30
Out15

Caixinha de memórias

Beatriz Goulart

Hoje trago-vos um tema particularmente difícil. As memórias... Eu sou o género de rapariga que gosta de guardar tudo, porque nunca se sabe se um dia poderei querer relembrar-me das coisas ou não e se um dia não será giro para os meus filhos verem como eram as coisas antes. A verdade é que acabo a guardar muita tralha de que não preciso e desde que adoptei o minimalismo, que se torna difícil conciliar as coisas.

 

No que toca a memórias é dificil de seleccionar: os postais de aniversário e natal, as fotografias, o nosso primeiro peluche, etc.

A verdade é que não precisei de deitar grande coisa fora. Com o mundo tecnológico em que vivemos, é muito fácil arranjar um disco rígido (com muito espaço) e arranjar 48h seguidas para digitalizar todas as coisas e guardar. Depois é fácil arranjar caixas onde seja possível colocar as coisas lá que queremos efectivamente guardar.

 

Tudo o resto também podemos colocar em casa da mãe, da tia, na cave, no sótão, etc. e um dia mais tarde visitar.

 

Por outro lado, é importante também seleccionar se são realmente memórias, ou se são coisas para as quais nunca mais vamos olhar ou querer saber.

 

O importante aqui (e para o minimalismo) é não manter coisas que são supérfluas e desnecessárias a nossa vida. Sem claro, nunca nos sentirmos mal com isso.

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Sobre Isto

O minimalismo apresentou-se a mim não como uma moda a adoptar no momento, mas como um estilo de vida a adoptar sempre. Como Ecologista convicta, sou totalmente contra o estilo de vida de consumo desenfreado que vivemos nos dias de hoje em que interessa ter muito. Acredito que "o caminho se faz caminhando" e por isso não coloco quaisquer expectativas sobre o que o futuro trará, ao invés, acredito nas mudanças presentes e que devemos viver agora o que deve ser vivido agora. Ter muitas coisas ocupa muito espaço físico e mental, muita preocupação. Minimalizar tornou-se uma prática de relaxamento e em que ter pouco é ter muito mais.

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